sei de ti, mulher

sei de ti nos sorrisos matutinos do dia,

da alegria cansada de cada tarefa,

do colo moldado por cada filho;

sei de ti na força que te rasga o ventre,

da vontade com que torces a tristeza,

do futuro que dás em fruto à vida;

sei de ti, mulher, mãe de toda a doçura,

que vive, ama, resiste, sofre e luta,

para que o futuro seja de sol e de pão,

sem incertezas, sem frios de amargura!

=======

este poema, como toda a obra do autor, está registada

na Sociedade Portuguesa de Autores - SPA e no IGAC

Lisboa - Portugal

========