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O Adeus Dos Jamais

A única expressão de uma alma,
que num natal se anuncia,
se assim não foram ditas,
- não sabemos -,
mas foram
sentidas como,
palavras tão frias.

- Desculpe-me e obrigado -,
sem nenhuma alegria,
talvez falaram mais do queriam,
ou disseram o que não deviam,
pois no momento
porque passa esta vida,
- e tu sabes -,
soaram como despedida.

Um único e pequeno recado,
um pedido de desculpas,
pelo que não fez
e um obrigado,
poucas e frias palavras
para um coração angustiado.

Mas talvez seja esse o recado,
que queria ter falado:
- Desculpe-me por tudo,
obrigado pelo tempo
que me deu,
não te quero mais,
que seja assim,
frio, tétrico, pálido
e dolorido,
o meu adeus!
 
Maria
Enviado por Maria em 31/08/2007
Código do texto: T632080
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Sobre a autora
Maria
Blumenau - Santa Catarina - Brasil
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