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Meu Casebre

Tremenda bocarra que anuncia o destino,
de igual dimensão a manopla que tapa meus ouvidos,
no fundo do meu casebre escuro e frio,
fechado.

O homem com alma de canaz, suspira em meu casebre.
A fornalha se acende em meu casebre.
Antes que um diabrete se aproxime do meu casebre,
respiro.
Creio em meu corpanzil e continuo meu opúsculo.

Minha alma de canito, partiu-se.
Procuro-me em um copázio.
No glóbulo do meu ser, centrado,
sinto-me preso.
Igual a uma barcaça em um riacho.

Pela vidraça do meu casebre, inspiro-me
no vento, no mar, em um rochedo.
Os sentimentos positivos e negativos afloram, egocentrismo.
E no arranhar do gatázio da amada, declamo:

"Não sei se sou um astro poeta ou um poeta astro.
Espero, apenas, não ser um poetastro."
Lucas G Barbosa
Enviado por Lucas G Barbosa em 14/06/2018
Reeditado em 14/06/2018
Código do texto: T6363741
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lucas G Barbosa
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil, 21 anos
14 textos (211 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/08/18 18:34)
Lucas G Barbosa