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SUPLICO-LHE TUDO, MAS A SUA HORA CHEGARÁ!


SUPLICO-LHE UMA SÚPLICA!
ROGO-LHE UM ROGO!
FALO A VOCÊ UMA FALA SEM SOM!
ACENO-LHE UM ACENO!...

SUPLICO,
ROGO,
SILENCIO,
ABRO OS BRAÇOS!...E MESMO ASSIM NÃO ME AVISTA!

UM DIA, TALVEZ MUITO TARDE, IRÁ CHAMAR-ME PEDINDO QUE EU FALE E QUE LHE ABRACE E ME ENTREGUE A VOCÊ COMO TENTATIVA DERRADEIRA DE ALEGRIA E, CALMAMENTE, LHE DIREI QUE O SEU TEMPO PASSOU E NADA DELE RESTOU!...

TARDE SERÁ PARA VOCÊ E ESTE MARTÍRIO D'AGORA SERÁ O SEU!

©Balsa Melo
10.05.2005
Brasília (Aeroporto) - DF
 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 03/09/2007
Código do texto: T636992
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)