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A Areia da Ilusão

Chão de pétalas
Que me assassina com o teu olhar
Prevejo a honra do destino
Sabotando meus versos
Na paleta da noite

Atrofio os genes de minha mente
Sucumbindo a ordem de meu pesar
Aterrorizo meu destino
Em um prato de solidão
Viajo nas bodas do paraíso
Naufragando sínteses
Em minha conversa pródiga
No aterro da saudade

Vivo em conflito
Com a harmonia da noite
Seguro minhas ilusões
Em um prato raso de saudade
No destino sequencial da noite

O caminho da residencia
De meus sonhos se divide
Com a reflexão de meu olhar
Vivo na demanda da vida
Conflitando vidas
No sossego denso da noite

Reflito sobre o julgamento
De teu olhar
Viajo no destino asfixiado
Pelas dores da razão
Sedento por um abrigo de luz
Confisco minha ilusão
Em vários poços de iniquidade

Viajo atrofiando sonhos
No espelho de meu olhar
Desvio meus olhos
Para a majestade do paraíso
Que se revela com seu furor

Entro em conflito
Com as rédeas de meu parecer
Escrevendo sonhos na labuta da noite
Vivo destronado na areia da ilusão

Banho o Sol
Nas confissões do prazer
Desminto as regras do mundo
Falando frases sintonizando palavras
No arco do destino

Desprendo de meus sonhos
Sonhando com minhas visões
No bastardo caminho das ilusões
Felipe Silvabs
Enviado por Felipe Silvabs em 06/12/2018
Reeditado em 06/12/2018
Código do texto: T6520631
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Felipe Silvabs
Santana do Riacho - Minas Gerais - Brasil, 20 anos
307 textos (2192 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/12/18 19:55)
Felipe Silvabs