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Ouvi.

Transpor... voltar, revoltar.

Cantos de luz, luzes que se vão.

O corpo desaprova, o tempo leva embora.

Já não reage, entrega e se vão.

O vão entre transpor e renunciar. Hoje eu calei.



São frases incompletas incompreensíveis.

Iris refletindo o sol que ninguém vê.

Borboletas de luz fulgente, fulgindo fugitivas.

De cor desaprovado e adoecido.

Eis que a lucidez ofusca. A voz rouca.



São velhos enamorados, amigos entrelaçados.

Nunca muito bem de poesia, olvidado.

Você sabe, estes dias tão pequenos.

Nascem as pequenas lauréis.

Não é tão completo assim. A alma adoece.



E os erros sibilados.

Assoviando aquela melodia...sabe?

Escutando e sugestionando.

Mas que é apreende de algo que signifique?

Na quinta eu já esqueço. Algo morre em mim.

Leo Magno Mauricio
Enviado por Leo Magno Mauricio em 29/04/2019
Código do texto: T6634782
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Leo Magno Mauricio
Guarulhos - São Paulo - Brasil
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