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VOCÊ ANIQUILOU O NOSSO JARDIM!

 
Empurrei minhas mãos para lhe dar o último adeus!

Como fora sofrível este gesto forçado!

Nem imagine como latejou meu coração ao lhe ver saindo e distanciando-se dos meus olhos!

Imagine como a minha vida ficou!...

Sei que não terei que empurrar nada mais para viver o sofrimento ou sofrer a vida, mas fora preciso desejar paz para o meu peito!

Talvez distante sem muito o que escolher você prefira as noites em solidão e ela falará aos seus ouvidos substituindo as cantigas enternecidas que a minha voz cansou de lhe ofertar!

Siga e não se farte de pensar em tudo que esteve em suas mãos para não proliferar o veneno que aniquilou o jardim de nossa história!

©Balsa Melo

30.10.2005

Cabedelo - PB
 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 25/09/2007
Código do texto: T668433
Classificação de conteúdo: seguro

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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)