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Deixa estar

Vida! Vida, minha cara!,
que quase te compadeço.
Tão clara que te enluara
é a flor que te ofereço.
 
Deixa ser; o que se ajusta
do que passa, em vendaval...
do que descamba e se entulha
em monturo habitual.
 

Deixa estar; o que é preciso.
O que escancara, clareia...
Move céus, mares, areias
para se fazer explícito.
 
Viva, cara, o que nos blinda
a consciência, outros afins,
e o que mais restar ainda
pra justificar os fins!



Célia de Lima
"Somos todos responsáveis"



 
Célia de Lima
Enviado por Célia de Lima em 15/08/2019
Código do texto: T6720581
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Célia de Lima
Leopoldina - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
120 textos (12850 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/08/19 02:26)
Célia de Lima