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EU NASCI PARA DESCOBRIR

     Ninguém produz mais nada; nem amor, só dor...
                                               nem abraços, só prazos...
                                                nem conversas, só mensagens...
     Não se visa transpassar o mínimo que se sabe, se no final não tiver potes de ouros ou prestígios máximos. Passamos até por cima do pouco de caráter que se resta, e o pouco de família que se têm.

     Eu não me canso, mesmo se não der em nada, apenas não posso me trair. Se afastar de mim próprio para então ser leal à outros enquanto o bolso estiver carregado e a língua com os que lhe agrada. Falho e aqui enfatizo! Falho mas não paro; eu nasci para descobrir isso e estou pronto para os sacrifícios que requer e aproveitarei ás glórias que virão.

     Pronto para ser feliz ou morto com o desgosto, de tanto tentar e nada mudar, mas quando fui amado foi pelo que produzi, pelo que rejeitei... E das tragédias que fiz remissão a todas as outras coisas.
JOÃO VICTOR FILGUEIRA
Enviado por JOÃO VICTOR FILGUEIRA em 21/08/2019
Reeditado em 22/08/2019
Código do texto: T6725440
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JOÃO VICTOR FILGUEIRA
Ribeirão Pires - São Paulo - Brasil, 23 anos
53 textos (3996 leituras)
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JOÃO VICTOR FILGUEIRA