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O BANCO VERMELHO DA PRAÇA

por Regilene Rodrigues Neves


A canção vem evadindo no tempo
Imaginário dos meus sonhos...
Vejo-me sentada no banco vermelho
Da rua infinita de m’alma
Por trás a paisagem oscila
Entre o cinza e o vermelho
De um passado e um presente
De lembranças...

A vida passando transeunte
Em imagens colhidas no tempo
Tantas coisas passam
Aqui sentada nesse banco vermelho

Um filme lindo
Como: “Forest Gamp”
Que me traduziu a essência
Da alma humana em pureza
Do espírito...

Uma poesia vestida de amor...

Ou quem sabe aqui revivi minha história
O poeta que sonhava no banco vermelho da praça
Sonhos de alma errante de felicidade poética
Traduzir o que faria nesse banco vermelho
Faria tudo e nada,
Mas com certeza ele me inspiraria uma poesia
Que para ti dedicaria!

Em 02 de julho de 2005
regipoeta
Enviado por regipoeta em 05/11/2005
Código do texto: T67496


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Sobre a autora
regipoeta
Goiânia - Goiás - Brasil, 57 anos
1454 textos (154567 leituras)
22 e-livros (7198 leituras)
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