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ANSIEDADE

A lágrima seguiu involuntária
Confundindo-se com a vodca
Que a noite louca e solitária
Naturalmente trazia de volta,
tinha o sabor da memória
e rasgava o peito de saudade
queimando a carne simplória
que já não tinha mais idade
para esperar de tempos pueris
mais que o ocaso da própria aurora,
entre brisas de paixões juvenis
com os passos de outrora
eu já nem bebia mais a vodca,
só desvanecia, em vigília involuntária,
no escoar de cada mísera hora.
Diego Duarte
Enviado por Diego Duarte em 10/10/2019
Código do texto: T6765654
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Diego Duarte
Ananindeua - Pará - Brasil
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