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RETICÊNCIAS PARA O MEU AMOR!
********************

Saltitam meus versos nesta balada sem fim!


Escarnecem as linhas por findarem riscadas!


Conto o ponto que entrecruza desdizendo o meu medo!


Modifico o susto com um leve sorriso!


Caem tantos pingos apelidados de pontos,
mas que não podem ser, 
pois ferem o rosto!


Podiam ser até os pontos que encerram, os ditos finais!


Podiam ser aqueles que significam algum sentido ou mesmo aqueles que nunca findam, mas reticenciam nossas esperanças quando os olhos vislumbram novo horizonte!

Os versos contorcidos nos pontos assinalados pelo seu desamor desamarram o nó que enlaçava o meu coração!

•••

Prefiro assim!

Reticências para pontuar o agora e esmorecer a hora que tanto canta a passagem do conto que conta o tempo perdido!

©Balsa Melo

16.02.06

Cabedelo - PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 05/10/2007
Código do texto: T682489
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)