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Teia

Vejo seus olhares  farejarem
E as suas línguas tolas a julgarem.
Talvez seja de ópio a criatura
Talvez sejam vocês a sepultura.
Foge ao meu alcance a armadura
Porque nao desejo explicar-me.
Do meu silêncio aguardo só a cura
Do que pensei reter como verdade.
Não darei  meus ouvidos  à loucura
Nem  razões a uma insana vaidade
Retiro-me sem louros de bravura
E quem quiser que engula sua parte!


        04.06.18
Teresa de Andrade
Solua
Enviado por Solua em 14/02/2020
Código do texto: T6866385
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Solua
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 65 anos
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