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Ausente

Ausente
31.01.06

Eu acaricio a solidão do meu tempo
Na doçura cristalina destes olhos
Esta dolência, ocaso e florescer da senda
Que num sopro calmo reclama minha virtude

Perfume doce, hálito caramelo
Transbordam vívidos aos quatro ventos
Sou eu mesmo a proferir a senha
Perder-me nos reinos diáfanos da ausência

Aí tenho o sorriso da lua cheia
E o colorido pesar do entardecer
Onde conjuro meu nome: resignação ubíqua

Minhas veias em silente entusiasmo calam
E aí onde estar e querer já não importa
Desvelo a intransitiva maravilha de ser, apenas.
Pablo Macedo
Enviado por Pablo Macedo em 11/10/2007
Código do texto: T689917

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Sobre o autor
Pablo Macedo
Aracaju - Sergipe - Brasil, 39 anos
3 textos (25 leituras)
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Pablo Macedo