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Prazer, Violência

Ei! estou aqui e ali.

Ninguém escapa de mim.

Muitos mudam-se para o interior,

Mas esquecem que estou no íntimo de cada ser.

Num simples olhar atravessado, eu entro em cena.

Numa meia usada por irmão, sem pedir, provoco a confusão.

Um pequeno pisão de pé, é credencial para a um caixão.

 

Nasci tão logo o homem se fez

Para mostrar a sua mesquinhez

Diante de assuntos banais

Provoco brigas mortais.

 

Explicações procuram para eu existir

Culpam famílias e governos.

Transformam jovens livres em internos

Tentando a mim extinguir.

 

Encontro em você um terreno fértil para a desordem espalhar

Usando astúcia e persistência na empreitada

Planto a discórdia nos seios de qualquer lar.

 

José Augusto G. de Almeida em: http://amoraspalavras.zip.net

José Augusto
Enviado por José Augusto em 24/10/2007
Reeditado em 24/10/2007
Código do texto: T707272
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Sobre o autor
José Augusto
São Paulo - São Paulo - Brasil, 43 anos
38 textos (1151 leituras)
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José Augusto