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Mordaça


Enquanto o mundo dorme, me levanto
e canto à força toda em minha voz
o que já foi, de nós, a liberdade
nas noites da cidade...

Enquanto estes selvagens não nos calem
que falem nossas bocas;
que cantem quase roucas pelos bares
adeus aos nossos lares;

Porque nunca esta mordaça vai poder
tirar de nosso peito
o jeito, esta vontade de sonhar
e de fazer direito
aquilo que eles não sabem fazer!

E nunca esta “lavagem” vai tirar
de vez, destas cabeças,
a força que nos  recuperar
um jeito de sonhar
antes que se enlouqueça!

Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 27/10/2007
Código do texto: T712500
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro