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REVERBERA MINHA SOLIDÃO!

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Vou caiando o sol!


Abano uma folha caída do bamburral para sorver o suor que desce como pedra ladeira abaixo!

Derreto as sílabas - uma declaração de amor - congeladas no escaninho do tempo!

Reverberam copos varridos no lençol do mundo!

Costurados os pequenos farrapos, deixam o incômodo na aspereza das emendas, mesmo estando com os olhos cerrados, que saúdam uma dolorosa lembrança!

Vou cosendo a vida com a tessitura do além!...

Enquanto o sol caiado com a  minha sombra queima o meu último verso escrito no chão!

Castelo de sonho!

Sono letárgico de uma vida sem você!

©Balsa Melo

03.04.06

João Pessoa - PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 04/11/2007
Código do texto: T723239
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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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