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Soneto XXVIII

Quanto ela caminha e é de vera
Que ela dança, de tanta beleza
Mantém, em mim, a chama acesa
Que, um dia, apagada estivera.

Caminha tanto, dança tanto
Que acabo a perdendo de vista
E, parado, ali eu assista
A trágica despedida. No entanto,

Hei de amanhã vê-la novamente
E, minha alma já não reluta
Pois, já sabe, que infelizmente

Sendo ela uma santa ou uma puta
Meu coração, desesperadamente
Já não responde à minha conduta.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 21/03/2005
Código do texto: T7266


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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 35 anos
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Júnior Leal