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Enredos

Tecendo os enredos de mim mesma,
sou prisioneira...inconsciente.
Até que uma luz tênue,tímida,
venha decifrar parte do enigma.
Mas,antes que me julgue onipotente
chega o verso humilde a recordar-me
do quanto ainda é cedo, do quanto ainda é longe.
E transforma em  poema toda complexa trama.
Mais um passo, mais um verso, mais um poema...
e com ele a ilusão de paralisar o tempo...
Mareluz
Enviado por Mareluz em 08/11/2007
Código do texto: T729158
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Sobre a autora
Mareluz
São José dos Campos - São Paulo - Brasil
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