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O CORPO

O corpo baila na noite fulgaz
Geme e viaja na teia do destino.
Seus gestos sem forma, conforma, deforma.
O corpo escreve versos gregos
E dança com a melodia do vento.

A gazela oculta cortou a liquidez dos olhos
Cobrindo de véus os teus belos segredos.
Traços e retraços de um tempo preciso
Sentidos nas notas musicais de um piano.

Se a noite alguns sentidos silenciam,
outros sentidos se inflama.
O corpo maior espetáculo mudo
Se projeta no baile da cama
Gritando pelos poros numa visão regogitofágica
Buscando a magia dos gestos a expulsar o niilismo do âmago.
Ecila Yleus
Enviado por Ecila Yleus em 14/11/2007
Reeditado em 09/01/2017
Código do texto: T737154
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Ecila Yleus
Recife - Pernambuco - Brasil, 65 anos
328 textos (10463 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/12/17 22:58)
Ecila Yleus