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POEMA DE JANELA

tranca chave
abre a boca
coisa nula
vida pouca
ela avista
ave solta
sua vista
cela bela
é a janela
mira ida
mira volta
mista tinta
asa amarela
cor de vida
olho dela
acredita
quando fita
fica louca!
betina moraes
Enviado por betina moraes em 22/11/2007
Código do texto: T747150

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Sobre a autora
betina moraes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 48 anos
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betina moraes