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QUE MANUEL BANDEIRA ME PERDOE

Vou-me embora para Algodoal
Lá sou amigo da princesa
Lá vejo a mulher que quero
Na praia que me banharei
Vou me embora pra Algodoal

Vou-me embora pra Algodoal
Aqui sou feliz, mas lá... melhorou
Lá subo nas dunas
Tomo uns tragos de branquinha
Que o Chico o Braga de Maiandeua
Mestre, cantor de carimbó
Vem ser daquele lugar
De onde não moro

E como irei no Kakuri
Ir no laguinho
Andar de carrocinha
Andar até a princesa do lago
Quando chegar lá, vou-me banhar
Mando chamar um hippie
Pra me vender alguns artesanatos
E me contar umas histórias de lá
Esperando o ajiru brotar
Vou-me embora pra Algodoal

Em Algodoal tem tudo
Lá é outro lugar
diferente dos padrões
Tem sal e vento
Tem cannabis à vontade
Tem Patricinhas bonitas
Que lá não podem desfilar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando a vontade me der
Vou me embreagar

Lá sou amigo da Princesa
Verei a mulher que quero
Na praia que me banharei
Vou-me embora pra Algodoal
Flávio Miranda
Enviado por Flávio Miranda em 07/12/2007
Código do texto: T769097
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Sobre o autor
Flávio Miranda
Belém - Pará - Brasil, 36 anos
85 textos (25448 leituras)
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Flávio Miranda