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Xeque-Mate

A queda de um rei
A queda de um império
Vi o reino que amei
Caíndo como um velho

Começou o jogo violento
Guerra entre nós
E a cada movimento
Caem milhões a sós

A infantaria avança
Lentamente, quadro a quadro
O império balança
Como o estandarte no mastro

No alto da torre
Vê-se os arqueiros
Castigando como açoite
O exército alheio

A cavalaria, nobres soldados
Avança sempre aos pulos
De seus nobres cavalos
Surpreendem até os mais astutos

A influência da igreja
Só pede para o poder cortez
Que ao longe almejam
A queda de outro rei

Um rei em seu forte
Lá ele se esconde
Fugindo da morte
Mas nunca vai longe

Cercado e apavorado
O rei se abate
Fica deprimido
Ao ouvir xeque-mate

A queda de um rei
A queda de um império
Vi o reino que amei
Caíndo como um velho
BOI (Luciano Alencar)
Enviado por BOI (Luciano Alencar) em 07/01/2006
Código do texto: T95793
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
BOI (Luciano Alencar)
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 33 anos
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BOI (Luciano Alencar)