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MACIEIRA

MACIEIRA, UMA VEZ,
NUM SETEMBRO DIA NOVE,
HOUVE QUEM AINDA CHORE
EM PLENA EMBRIAGUÊS.

MACIEIRA, LEMBRA O DIA,
EM QUE TUDO PARECIA
QUE SERIA INFINITO ?

MACIEIRA VEJA SÓ:
O INFINITO VIROU PÓ
ALGO QUE NINGUÉM DIRIA.

MACIEIRA, TANTO FAZ,
SE ÉS HEROÍNA OU VILÃ
JÁ QUE APENAS ME SATISFAZ
COMER TUA MAÇÃ
PoetadoKaos
Enviado por PoetadoKaos em 26/10/2007
Código do texto: T710835
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
PoetadoKaos
Três Corações - Minas Gerais - Brasil, 50 anos
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