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Fingimento Poético


Amarro letras
Em contorcionismo
Amarro amores
Em ilusionismo

Choro, finjo, esperneio
Pra falar de sofrimento
Pingo lágrimas sobre o papel
Mesmo que seja fingimento

Lágrimas escorrem, viram riachos
Percorrem caminhos, trilhas sem fim
Meus poemas falam de saudades
Mesmo que a saudade não esteja em mim

Leia-me, chore comigo
Partilhe desta minha agonia
Mesmo que a agonia seja passageira
E esteja só dentro de minha poesia.
Fátima Batista
Enviado por Fátima Batista em 22/05/2006
Reeditado em 12/12/2007
Código do texto: T160742
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Fátima Batista
Santo André - São Paulo - Brasil, 55 anos
1435 textos (74516 leituras)
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Fátima Batista