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Bruna

Veio de repente, como quem não quer nada
E, logo, já tinha espaço suficiente.
Veio assim, de manso, quase calada,
Com um jeito que encanta toda a gente.

E, depois, sua alma é revelada.
Pode-se ver, através dela, novo parente:
Ora a irmã mais velha, sempre amada;
Ora porta-bandeira, de todas, mais contente.

Não importando, assim, de onde veio,
Pouco me importa pra onde há de ir:
O que importuna mesmo é o receio
De ficar sem aquela que me faz rir!


obs: poema dedicado à minha completa amiga Bruna.
Preto
Enviado por Preto em 18/09/2007
Código do texto: T657970

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Sobre o autor
Preto
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 30 anos
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