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Eu nunca sei
O que é meu, ou o que não é
O que me destina, e o que me retira

Fico num pêndulo, presa numa gangorra
Num compasso de espera
De dolorida espera

Penso:
- Seja paciente “confia e espera

Repenso:
- O meu amor é maior e pede satisfação

Não seio o que sou – um espantalho no milharal
Mas sei o que sinto – um amor maior que o universo

Não sei o amanhã – sem norte, sem bússola
Não sei o hoje – um vazio enorme no peito
Eu sei o ontem – A felicidade de ser amada.
Fátima Batista
Enviado por Fátima Batista em 23/06/2006
Reeditado em 11/12/2007
Código do texto: T180926
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Fátima Batista
Santo André - São Paulo - Brasil, 55 anos
1436 textos (74702 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/11/18 08:23)
Fátima Batista

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