Colheita

Assumo os vícios, erros

Mas contem as virtudes

Quem ama assim, menos,

Que eu na juventude?

Dos tempos descrédulos

Das falas vazias

Limpo alma como canteiro

Pra podar as agonias

Faço amor em qualquer canto

Planto o amor em cada letra

De adubo, meu encanto, e

Vivo só pelha colheita

Se amor é coisa louca

Sou mais louco que pensei

Miro teus olhos, tua boca

E acerto no quanto amei.

Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 11/06/2010
Código do texto: T2314722
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