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SAUDADE DERRAMADA DOS OLHOS DE MINHA AMADA
(Sócrates Di Lima)

Ergo-me como gigante no mar da minha saudade,
Mas não tenho pesares e nem dores,
Não há choro que ora me invade,
Pois é uma saudade em flores.

É como ver Maria enluarada,
Tomando forma nas minhas noites frias,
E no mar dos meus sonhos lágrima derramada,
Põe em minha mão a saudade dela em poesias.

E viajo no meu inconsciente,
Que além do meu silêncio vai buscá-la,
E vem na luz do amor da gente,
A fragrância de amor que do teu querer exala.

Nâo há saudade que resista,
E não quebre seu próprio silêncio surdo,
E por mais que não se queira e que ela insista,
Faz no peito um desejo voraz e mudo.

E gritar não traz seu corpo que me inflama,
Pois, do tempo haverei de dar tempo pra sua volta,
Então poderei demonstrar o quanto minha alma a ama,
E essa saudade presa do meu peito solta.

Eñtão nestas minhas noites sem ela,
Por força de uma viagem programada,
Me faço gigante no mar dos sonhos dela,
E a sólida luz dos olhos dela mo meu mar derramada., 

Misturada neste mar das minhas loucuras,
Sobre minhas vontades Noturnas,
Em gotas sólidas de llembrança  derramada,
Me agarro em êxtase á saudade de minha amada.




 
Socrates Di Lima
Enviado por Socrates Di Lima em 11/08/2011
Reeditado em 12/08/2011
Código do texto: T3153194
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Socrates Di Lima
Jardinópolis - São Paulo - Brasil
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