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Como pude pensar?

Pensar que o amor em mim morreu ...
Não... Jamais!... Ele é o meu timão!...
Ele está aqui no peito, não faleceu!
Trago o amor plantado no coração...

Que reverbera como fantástico trovão,
Clareia meu caminho... minha vida...
Tornando-a bela tal a rosa em botão.
Dele... minha alma está guarnecida.

O amor não morre... quando sincero,
Muda de cor... de ares... de lugar...
Mas segue sendo imenso e eterno,
Jamais será volúvel ou vulgar!...

Pensar que o amor em mim morreu...
Seria contra Deus testemunhar!
Ele vive em mim... nunca feneceu!
Há de sempre me acompanhar!

A graça de todas as graças é o amor.
O único capaz de converter o mundo,
Transmutar toda a maldade e rancor...
Num bem-querer intenso e profundo...

Pensar que o amor morreu em mim...
Não!... Ele está aqui e em todo lugar!
Como pude pensar que seria meu fim?
Se é ele que me faz seguir e sonhar?!


Amor... amor... amor...  permita-me voar,
Ainda tenho muito de bom para doar!...
Quero apreciar o brilho de um lindo luar,
Sentindo tuas divinas mãos a me amparar!

Amor... és meu maior companheiro...
Por ti... enfrento do desamor o fogareiro!
Sei do teu poder... és um guerreiro!...
Meu senhor... toma-me de corpo inteiro!

Mary Trujillo
05.02.2012
 
 
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Mary Trujillo
Enviado por Mary Trujillo em 09/02/2012
Código do texto: T3489953

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Sobre a autora
Mary Trujillo
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