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PALAVRA NOVA


Sacrifica-me a voz, eu suplico!
Rouco, eu talvez nem lhe fale
Das cousas que nada sei
Do nada que tudo sabe!

Das folhas dos meus cadernos
A saliva da natureza manchando o sentimento
Nasce a poesia como se brotasse do vento
Das brisas dos pensamentos, dos furacões das saudades...

-

Perfilar os traços do seu corpo
Deitar-me morto em seu olhar
Analisar-te, lhe traduzir
Cheirar a arte e lhe seduzir

Fazer de ti, a palavra nova
A esperança sólida do meu trôpego penar
Apenas mirar o mar, beijar espuma
E cair na bruma desse nosso amar...

Polak
Enviado por Polak em 19/01/2007
Código do texto: T352039


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Sobre o autor
Polak
Curitiba - Paraná - Brasil, 35 anos
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