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ORVALHO DA MANHA


Luz de estrela que brilhava no céu romântico
Já se apagou,
As estrelas cadentes desapareceram do céu
Ainda durmo com o orvalho da manha lá fora
Meu último olhar busca as estrelas
Queria morar numa estrela com minha amada
Distante e fria estrela
Distante amada
Distante estrela da madrugada
Quanta vontade de vê-la
Quanta vontade de beijá-la
A última gota de orvalho ainda resiste
Meu coração ainda insiste
O amor ainda resiste
Ainda durmo, ainda sonho, ainda almejo estrelas
Sei que os corações todos sofrem de algum modo
Do mal incurável de amar
Meu amor estava na estrela
Que se apagou e caiu no mar
A luz da razão que faz o dia e os seus escombros
Adentra em meu quarto
A ultima gota do orvalho da manha
Se foi, evaporada pelo sol
Meus sonhos também se evaporam lentamente
Mas ainda durmo
Como vês... ainda sonho
Ainda amo
Amor, tu és o ultimo refugio contra a dor
Digas-me que há orvalho lá fora
.....e que és feliz
Que ainda estás no céu
E que tenho estrelas em minha volta
E caminho de mãos dadas com alguma esperança
Oh amor...
Você é o orvalho da minha manha
Embora saiba que já desapareceste
Levado pelo pássaro de prata
Este cruel fazedor de realidade
Celio Govedice
Enviado por Celio Govedice em 11/02/2007
Código do texto: T377548


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Sobre o autor
Celio Govedice
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil
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Celio Govedice