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Degrau

Nesse corpo que me emprestas
no justo degrau, eis que tantos
foram e tantos ainda virão,
habita bacante alma libidinosa,
que, faltando-lhe coragem
ao real, viaja em pensamentos
seus fantasiosos enredos, no
campo onde há liberdades,
não há medos, tudo é passível,
tudo é permissível...

Ancorada em mercadológico
ilusório, faz cortina de fumaça,
vende o que não entrega ou
entrega sob condição...

Sem conhecer o passado,
aguarda o próximo passo,
alguma explicação, talvez,
sê necessário, o perdão,
no próximo degrau...
fabio fernandes
Enviado por fabio fernandes em 20/01/2018
Código do texto: T6230953
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
fabio fernandes
São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil, 61 anos
1951 textos (49434 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/09/20 08:26)
fabio fernandes