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amor 35

quando o amor chega a beira do penhasco
sua parte que cuida do relevante
não tem o coração amarrado na corda
ocorrem ao longo do caminho no colo
sabemos tal ou qual o sabor da panela
coisas assim afetam meu coração
poderíamos relegar este sol com a da lua
não sei a longa duração do meu amor
igualmente a vontade de parar para dizer
hiroxima ou da Varsóvia sabem que ti amo
no mundo dos ignorantes assumidos incomoda
estar seguro perto do coração aberto
a razão inicial do perdão sobre o assunto
do penhasco caindo pedras no mar
aqui meu mundo se divide em dois
o mundo carnal e um mundo espiritual
encoberto pela relevância dos homens
esta aberta as fontes de prazeres
aderem com paixão de sua visão porvir
na escura noite de um penhasco
Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 03/09/2007
Código do texto: T636366
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 52 anos
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Edilley Possente