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Jardim do caos

Deparei-me com o seu interior
Percebi que haviam algumas Rosas que
Me atrairam fortemente
Uma atração muito forte
Uma atração diferente
 
Ao colocar uma Rosa em minha mão
Percebi que minhas mãos estavam escorrendo sangue
Percebi que as Rosas
Tinham espinhos pontiagudos
E me machucaram em segundos
Mas nem doeu tanto assim


Creio eu
Que esses espinhos
São apenas auto defesa para desavisados
Se ao menos eu houvesse reparado ao meu redor
Perceberia petalas caídas no chão
Que procuravam uma condução de água
Para saciarem sua sede

Mas não me arrependi
De segurar aquela Rosa tão bela
E mostrar que não sou como os outros caras
Que ao se deparar com uma intensidade tão grande
Eles escolhem fugir ao invés de ficar

Decidi então
regar então o Jadim
Para que assim
O caos diminuísse
parasse
e então sumisse

E não massacrasse o meu coração
Que foi furtado por você
Que só depois de um tempo fui perceber
Que o coração que pulsava em meu ser
Agora ele palpita em suas mãos

Querido jardim
Tão cheio de borboletas
Eu quero o seu limar
Eu quero te acalmar

Querido jardim
Tão cheio de flores
Sou um adubo afim
De tuas Rosas de amores

Tem muito mais beleza
Do que aparenta ter
Amor é amar
Amar é querer
Escolho ciudar
cuidar de você
William Wander
Enviado por William Wander em 01/08/2018
Reeditado em 01/08/2018
Código do texto: T6406763
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
William Wander
Santa Maria - Distrito Federal - Brasil
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