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rebelde

minha prostituta preferida,
socorra-me esta noite
sare a minha ferida
se não puder ser com lambida
que seja com a exuberância
de seus tantos anos de vida
consumida na jactância
do seu eterno poder,
phoder
extraterritorial
enquanto eu depender desse mal
de achar que existe uma sucursal
do amor
que de dor
me basto e me acho
confuso
não uso defumador
pra dormir
desisti
da sanidade de procurar
por favos de mel
sou rebel
            d
            e
vivo sem conseguir
existir


Rio, 22/08/2007
Aluizio Rezende
Enviado por Aluizio Rezende em 11/09/2007
Código do texto: T647156

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Sobre o autor
Aluizio Rezende
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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