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Vou te dizer agora
os raros versos que não pude eu ler,
a sentir o perfume da tua fala
escrita à minh’alma para se esconder.

Fugiste, amada minha,
e foste pra longe
onde não se adivinha
que morada há
onde se ache a outra alma minha
que em ti está.

Mas vou te dizer, sim, agora
e gritem as palavras do meu peito, fora
as que de dentro te ouvem,
as outras sim que já não passeiam
e apenas pranteiam
guardando um coração
que sofre e sem ouvir, chora
mas tudo hei de dizer-te agora:
amada minha
e filha da alegria,
amo-te, mulher,
antes e depois das horas
quando iremos todos nós embora,
talvez para sempre.
Paulino Vergetti Neto
Enviado por Paulino Vergetti Neto em 26/09/2007
Código do texto: T668895
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulino Vergetti Neto
João Pessoa - Paraíba - Brasil, 59 anos
2398 textos (137199 leituras)
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Paulino Vergetti Neto