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Sem Resistência














 


















             







Sem Resistência



Minha Dama, mulher que mexe com os brios desse pequeno homem, enlace e entrelace, braços e pernas nessa dança sensual.

Sou taifeiro das paixões, escravo de uma só.

No olhar malicioso lançado na penumbra,

fui conquistado, quase que sem esforço, pois já te notava no passar pra lá e pra cá.

Esse vestido colado em suas ancas me deixa aturdido, débil de mim, fora de rumo.

Não há como resistir, e se não fosse meu

porte atlético teria perdido para outros

tua conquista. O medo os levou para longe,

ficando o campo limpo para mim, foi só chegar, abraçar e dançar.

Mostrar aquilo que não tinhas ainda desfrutado na dança. Harmonia, leveza

sutileza, dai um passo aos lábios teus.

Maravilhada ao bailado que executávamos,

forcei e você cedeu, que lábios, deliciosos,

carnudos.

Eu...

Não sei o que realmente houve naquele momento, sai de mim saíste de ti.

Saímos...

Depois...

Isso não lhes conto, segredo meu e

da moça de meus encantos.

Fiquem curiosos, até que ela resolva contar para vocês.



Paulo Mello

23.09.07

11:08


 

 
 

 






















 
   
 






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Paulo Mello
Enviado por Paulo Mello em 11/10/2007
Código do texto: T689628
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Sobre o autor
Paulo Mello
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 64 anos
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Paulo Mello