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Maria minha lua.



Quem nunca amou uma Maria.
Quem aos berros nunca choro ao luar.
Quem por sonho chorou por ti.
Foi bela num dia tardiu minha imensa lua.
Neste céu que por ti morreste, sem cor, sem planto algum.
Mais nada seria mais lindo do que este amar por ti, minha branca, serena, lua, chamaste Maria.
Pois, nesse imenso oceano só teu brilho pode satisfazer uma simples noite sem fim.
Quando do amor a tua face cansa, nada mais restara só aquele sopro sem fim, ecoando dentro de uma garrafa indo ao horizonte.
Aquele que por muitas vezes teve sua companhia e hoje morreste sem ti.
Morreste sem ti, sem senti nada, nem brisa leve do seu esplendor, morreste hoje seu amor.
Mais cadê aquela Maria lua branca bela, onde tu te escondeste deixando esse amor q morreu assim sem graça.
Que aos planto se mortificava numa parasita das noites sombria, das noites que muitas vezes foram belas quando de ti podia ainda conta mais agora nada mais senti do que este sentimento de solidão.
Essa lagrima que apaga esse fogo queima mais do que a própria chama. Destrói quase tudo que toca em si.
Lua minha volte de onde você estive porque esse meu pesar já não suporta mais viver senti sem sua beleza, branca e bela lua desse meu estrelar.

Ariovaldo Adriano Laurindo
escuridão
Enviado por escuridão em 20/10/2007
Código do texto: T702332
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Sobre o autor
escuridão
Avaré - São Paulo - Brasil, 33 anos
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