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quando teus olhos estão

não és a minha Ismália
nem a Alphonsus me comparo
mas quando olho teus olhos
meu coração, num disparo,
me obriga a chorar todo um rio
diante daquele poema
um dos mais lindos, o fio
de que toda a luz é suprema
mas que não colore o vazio
que sinto quando não te olho
e nem mesmo o lindo poema
pode aplacar toda a pena
que sinto de mim quando o leio
só para fazer de conta
que tu, a Ismália, eu tinha
e que de repente me vinha
a idéia de nada escrever
depois do que pude ler
por nada ter pra falar


Angra dos Reis, RJ, 02/11/2007



Aluizio Rezende
Enviado por Aluizio Rezende em 02/11/2007
Código do texto: T720672

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Sobre o autor
Aluizio Rezende
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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