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AMOR PLATÔNICO

Um dia
Muito suavemente
Eu toquei em teu corpo
E nunca mais te esqueci

Foi como se o teu calor
Deixasse em mim cicatrizes
Das quais eu nunca mais
Consegui me livrar

Para sempre
Quem se aproxima de mim
Logo descobre as tuas marcas
Cravadas em minha alma

É como se você tivesse
Nela escrito o teu nome
E sempre que alguém se aproxima
Um sinal acendesse...

Eu fico me perguntando
Qual a razão de um amor assim
Onde nada aconteceu – nem mesmo um beijo
Para meu corpo ter entrado em combustão?

E agora quem me salva?
O que me salva?
Se nem você experimentou
Tamanha magia que tem a energia do meu amor...

Será que esta energia
Vem de outras vidas
Quando ocupávamos outros corpos
E só eu te reconheço?

Ou será que o preconceito
Impede-te de me reconhecer?
Será que não reconheces mais o encanto
A magia de estarmos juntos, pele aquecendo pele
Olho no olho, corpo a corpo?

Venha... Não tenha medo
O céu não tem limite
Vamos o infinito experimentar...

MÁRIO FEIJÓ
Enviado por MÁRIO FEIJÓ em 03/11/2007
Código do texto: T721708
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
MÁRIO FEIJÓ
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil, 66 anos
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MÁRIO FEIJÓ