Até breve, Amor!

Esse trem que já passa...

Já passou...

Se foi... Porque já vai...

E não sei o que será

Tristes lembranças ficarão

E o amor ficará...

Não há nada que impeça

A não ser a mão Divina

Essa que tudo faz e diz

Nessa ilusão me perco

O que fiz? Tudo mereço?

Perto do Criador

Sou “pequenenihozinho” aprendiz...

Assim sempre sozinho

Nasci... Vida por um triz

Ruiu porque viste a solidão chegar

Ouviu a amplidão da dor se acasalar...

Com a morte!

Sangue: Seu porte, seu porre!

Embebecida de solidão

O escuso é escuridão

O trem segue...

A poeira se perde...

Espinho se entorpece

Se encostar nada acontece

“ADeus”, Amor!

Até breve!...

Felipe Neves
Enviado por Felipe Neves em 09/11/2007
Código do texto: T730734
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