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Janela

O colibri dançando no ar
E devagar se aproximando de sua amada
Para cuidadosamente beijar as pétalas e provar de seu néctar
E após uma longa despedida se vai.
Foi quando o vento chegou
E levou consigo as pétalas daquelas rosas
Para perto dos doces lábios que me conquistaram
As palavras simples ecoam em minha mente
Meu coração sem pressa bate por ti
Enquanto a chuva cai
Me encosto no vidro da janela
À procura de seu sorriso
Fecho os olhos e sinto o toque sensível
Não, não sei o que era
Mas me protegeu do invisível
Do indecifrável gosto amargo de sua ausência
Por fim os raios de sol tocam de leve meu rosto
Torno a abrir os olhos
E sua imagem ainda obscura em minha frente
Deixando as gotas da chuva correrem pelo seu corpo
E em sua mãos
Aquelas mesmas rosas que o colibri beijava
E que tanto mexeram comigo.
Evelyn Varella
Enviado por Evelyn Varella em 18/11/2007
Código do texto: T741688

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Sobre a autora
Evelyn Varella
Indaiatuba - São Paulo - Brasil, 28 anos
38 textos (4259 leituras)
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Evelyn Varella