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Dor de cotovelo

Se é assim que tem que ser, que seja!
Mesmo que eu te achasse pertencida
e te houvesse jurado minha vida,
não duraria algo que um só deseja.

Vai! Eu sei que o amor arrefeceu, pousou,
não pôde suportar o reles tempo,
e entregou-te a um novo passatempo;
Ame-o então! Eu sei que minha vez passou.

Ah! que ele te beije algo pior,
e tenhas que fingir mais amiúde!
Seja ele retraído e sem valor!

Porque trilhastes minha senda, ó pés pequenos!,
cheguei ao fim. Ide agora onde eu não pude.
Sede felizes, qual outrora nós... mas menos!
Cirilo
Enviado por Cirilo em 24/11/2007
Reeditado em 30/04/2011
Código do texto: T750981
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Sobre o autor
Cirilo
Caxias do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil
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