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DE REPENTE O AMOR:


De repente o amor;


De repente o amor...
Que estava escondido, em mim.
Libertou-se, com ele veio a coragem.
Parti para a rua em busca, da mulher.
Dos meus sonhos, sem ao menos querer saber.
Se ela estaria a minha espera, bati em sua porta.
Meu coração queria fugir, me abandonar, pular.
Sair correndo, para eu ir atraz, mas não foi.
Pois a porta abriu-se, agora, quem quase fugiu.
Foi eu, ante aquele sorriso, aquela voz.
Perguntando-me o que eu queria.
Sem dar-lhe tempo, disse tudo.
Falei do meu amor, do meu medo.
Ela me escutava, sem nada dizer.
Eu parecia um bobo, falando, imaginando.
O que ela esperava para me mandar embora.
Mas sua mão disse tudo ao buscar a minha.
Ao me levar para junto dela, sem nada dizer.
Num abraço nos encontramos, nos beijamos.
Hoje nos amamos, de mãos dadas com a vida!







Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 24/11/2005
Código do texto: T75525
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 73 anos
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Volnei Rijo Braga