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Silêncio

Como dói o teu silêncio,
o pior não é o que ele diz,
mas o que ele pretende não dizer.

Não durmo,
persisto acordado,
ante ao ensurdecedor barulho dele.

Como gostaria de dormir.
Dormir simplesmente não,
mas recostar-me em tua alma,
no embalo de tuas palavras.
Mas do contrário, apenas anoiteço.

Onde estás?
Por que não vens?
Sinto saudades te ti.
A mais doída das saudades,
a mais inexplicável das saudades,
já que estás aqui ao meu lado,
mas ao mesmo tempo,
não estás.

Enquanto não vens,
enquanto não me permite escutar a candura,
de tuas palavras,
resta-me tão e simplesmente,
o SILÊNCIO!
Marlon Oliveira
Enviado por Marlon Oliveira em 05/12/2007
Código do texto: T766352

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Sobre o autor
Marlon Oliveira
Imperatriz - Maranhão - Brasil, 45 anos
23 textos (1256 leituras)
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Marlon Oliveira