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Ela.

De muito,  me transbordo
Uma sanidade em putrefato
Loucuras, uma adaga de vinho tinto

Num roxo cítrico inebria seus olhos
Cortante como um risco
Desce na garganta como beijo do adeus

Era dia de sol, e você pensava na quentura do entardecer
Em como há de saciar a imensa escuridão da madrugada
Hei de me fazer sua... Há de me querer nua
Um som baixinho que nem a lua via...
Era só mais uma noite que você quis que fosse somente tua.

Quem provou de meu liame
Desconhece o amargo sabor de fel
Pensa em nuvem azul, pensa em céu...
Só cheira doce melodia de viola.
Diogo Castro
Enviado por Diogo Castro em 28/12/2007
Código do texto: T794410


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Sobre o autor
Diogo Castro
Jacareí - São Paulo - Brasil, 32 anos
68 textos (2861 leituras)
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Diogo Castro