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O TREM:


O trem:


À noite...
Chegou escura e fria.
A lua nem sequer apareceu
A brisa soprava gelada
Eu tremi quando cheguei a rua
Quis voltar, mas, já não podia.
Agora eu tinha que seguir em frente
Era tarde para arrependimentos
Eu te queria, tinha que ir busca-la.
Não importava o frio, ou a brisa gelada.
Nem a chuva fina que começava a cair
O que importava era, eu encontra-la.
Pois, ela estava partindo no ultimo trem.
Corri para estação, já eram meia-noite.
Um apito me disse, que já era tarde.
O trem já estava partindo.
Mesmo assim eu corri para lá.
Apenas um vulto de pé, na plataforma.
Esperava por mim, corri em sua direção.
Ela jogou-se em meus braços soluçando.
Eu beijei seus lábios, seus olhos enxuguei.
O trem lá ao longe, apitava triste.
Pois, havia partido sem levar meu amor!



Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 15/01/2006
Código do texto: T98994
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 74 anos
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Volnei Rijo Braga