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TABERNA DA POESIA


Dedicado ao Site O DONO DA LOJA
 
Brumas embaçam minha visão
Sinto-me, perdida...
Emoldurada por essa chuva fria
Mar revolto, e o lamento
Contido, na sinfonia que o vento traz
Eu, ser errante, caminho à procura de algo
À procura de nada.
Mundo sombrio
Perdi-me, nos labirintos da ilusão,
Onde estou, onde está meu coração?
Ainda pulsa ou já deixou de viver?
Não sei se ainda existo!
Ou sou, espectro, pairando?
Ouço... suave melodia...
Minha’lma se refaz...
Devagar, parece reviver!
Vejo luzes e um letreiro,
Uma Taberna, um convite,
Confusa ainda sem rumo
Decido, por essa porta adentrar,
Não é uma Taberna qualquer!
Tem perfume, aroma de flores,
Elixir de sabedoria,
Tem carinho, afeto,
Amizade, dedicação,
Amor e poesia!

Nadir A D'Onofrio
17/07/2004
Santos SP

Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 18/01/2005
Reeditado em 17/09/2018
Código do texto: T1861
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Serra Negra - São Paulo - Brasil
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