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Novos Velhos Adros


No tom de suas escritas
há silêncio absoluto
antes do big-bang, um segundo,
deve ser som de pré-início dum mundo!

Na presença de suas letras
a ação do poeta silente,
atuação vívida
dum pulsar no éter, viventes.

Sem importar o tempo, rápido ou lento
não vê tempestade nesse futuro lagar


Clama por instantes
que possam parecer-me horas
que invadam como 'hoax'
boatos tragam-me de volta ao Rio Vermelho, Café & Cultura

-que inícios de noites-2000a1 foram aquelas
recheadas de fins de tardes ?
hoje apenas lembranças -sístoles~diástoles-
ardem nos fúlgidos dias, em imagens fugidias de meus lugares


foram-se o escuro, a ausência, o breu
um ar com 'noir', no nú    ar, mar...
                                         ...quês de febris novos adros?



((  para Lorenzo Ferrari, João Sampaio, Djalma ''Dêja, o Bruxo'' Filho, Tatto Lemos, Lilian Peleteiro, Antonio Pastori, Anísio Lage)
Plácido dos Santos
Enviado por Plácido dos Santos em 18/10/2007
Reeditado em 01/10/2012
Código do texto: T699010
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Plácido dos Santos
Salvador - Bahia - Brasil, 43 anos
102 textos (7172 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/12/17 02:22)
Plácido dos Santos